terça-feira, 23 de novembro de 2010
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Revista Espordivas #1
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quinta-feira, 30 de setembro de 2010
Entre tesouras e pincéis - A rotina de um salão de beleza
Allan Machado e Nathália Sartorato
Assim que pisamos no ‘Salão de Beleza Anderson Cabeleireiro Unissex’ já percebemos um clima que misturava a alegria por ser ‘alvo’ de uma reportagem jornalística com o cansaço de mais um dia árduo de trabalho. Isso porque o salão é comandado apenas por duas pessoas: Anderson Alves Oliveira, 29 anos e Rochelle Adriana Sotti da Silva, 28 anos; marido e mulher. Ok, o fato de ter apenas duas pessoas trabalhando ali não seria tão determinante se o salão não oferecesse tantos serviços: corte, alisamento, tratamento, tintura, penteados e tudo o mais que se possa fazer com o cabelo, modelagem de sobrancelhas, unha (pé e mão), tratamento de pele e depilação.
O pôr-do-sol já estava se aproximando, mas o salão continuava cheio. Quatro clientes estavam sendo atendidos ao mesmo tempo: uma mulher que estava retocando a raiz, pois havia feito escova definitiva, outra mulher fazendo tratamento para redução do volume do cabelo, com alisamento semi-definitivo e tratamento especial para as pontas danificadas, um rapaz fazendo um ‘corte tradicional’ no cabelo e uma última mulher ‘na fila’ para o alisamento.
Rochelle, chamada pelos clientes de ‘Rô’, nos conta que o salão existe há seis anos e que sempre foi uma correria. “A gente começa a atender às oito e meia da manhã e vai até a hora que tiver cliente”. Nesse momento uma das clientes nos interrompeu para contar que uma vez ela ficou até às três horas da manhã no salão. “Eu vim lá de São Paulo e esse é o primeiro salão realmente bom que eu encontro. Aí vale o sacrifício”, justifica sorrindo.
Como se já não bastasse o ritmo acelerado que o salão impõe, Anderson e Rochelle também têm dois filhos pequenos: o Dudu, que tem 6 anos e a Daphne, com apenas 2 anos. O menino logo se ‘desinibiu’ em frente à nossa câmera fotográfica e começou a fazer ‘caras e bocas’ e a chamar a atenção com seu gingado de capoeira. Falante e bagunceiro, Dudu não dá sossego: pega os produtos do salão e começa a passar no cabelo, fazendo com que a Rochelle tenha que interromper o atendimento a uma das clientes para ‘acudir’ o filho. O argumento para convencê-lo a não fazer bagunça é certeiro: “pode ir brincar no computador”.
Porém, a calmaria durou pouco. Alguns minutos depois ele volta a falar sem parar, em um tom de voz bastante alto para a sua idade. “Sou famoso, querem me entrevistar? Já dei entrevista pra um monte de coisa: pro SESC, pro Batatinha.” O casal, é claro, já se acostumou com a presença do filho no salão. “Melhor ele aqui dentro do que lá na rua”.
É, nisso eles têm razão. Aos primeiros indícios do anoitecer, Anderson tranca o salão com um cadeado e nessa hora perguntamos se eles não têm medo de trabalhar até de madrugada, e a resposta foi rápida: “nós sabemos que é perigoso, mas não tem outra opção”.
Mesmo com as portas já fechadas, chega uma moça querendo cortar o cabelo do filho. Anderson a recebe pacientemente e explica que ele até consegue atendê-la, mas ela vai ter que esperar algumas horas. Ela desiste, mas promete voltar no dia seguinte. Recusar clientes não é uma coisa que o Anderson faz com freqüência. “Até no domingo a gente atende, mas aí tem que pagar muito bem”, brinca.
Apesar da rotina acelerada que eles enfrentam, o bom-humor do casal parece inabalável. Enquanto Rochelle reclama que eles não têm tempo para cuidar da família e nem ao menos para ir ao mercado, Anderson brinca dizendo que para ele a grande desvantagem é que “a mulher não faz almoço”. E a alimentação é realmente algo que eles deixam de lado. “Geralmente faço só uma refeição por dia, que é almoçar em algum restaurante. Na janta sempre comemos pizza. Não dá para largar o salão e sair para jantar, né?”.
Anderson ingressou nesse ‘mercado da beleza’ há 14 anos e Rochelle há seis anos. Mas, o salão de beleza não é o ambiente de trabalho dos sonhos do casal. “A gente queria ter uma clínica de estética para trabalhar como cirurgiões plásticos. Mas sabe, né? Pobre não tem dinheiro para estudar em faculdade e colégio particular. E eu também não tenho inteligência pra isso.” O salão atende a camada dita mais ‘popular’. Os cortes femininos variam de 15 a 30 reais e os masculinos de 6 a 10 reais.
Se tem uma coisa que não poderia faltar em um salão de beleza é a tal da fofoca. E como ali todo mundo se conhece, o papo rolava solto. Algumas histórias contadas por eles chegavam até a assustar, como a da mulher que apanha do marido e tem medo de denunciá-lo. “Isso não é nada perto de outras histórias que as clientes contam. É cada coisa que a gente tem que escutar”. Pelo visto, além de cabeleireiro, o Anderson também ataca de psicólogo nas ‘horas vagas’, tudo para agradar a clientela.
As horas iam passando e o trabalho parecia não terminar. Acompanhamos o casal por mais de três horas. Durante todo esse tempo, o Anderson e a Rochelle sentaram por apenas alguns minutos. “É, a vida é sofrida. Nosso descanso é raro”, afirmam.
Quando estávamos nos preparando para ir embora e dando por encerrada a reportagem, eles nos convidam para voltar no sábado, que é um dia bem mais movimentado. Agradecemos o convite e avisamos que os dois outros repórteres viriam. Nos despedimos e deixamos o salão, impressionados com a alegria do casal, que também nos contagiou.
As apresentações mal foram feitas e já recebemos cobranças por parte do Anderson: “seguinte, vão tirando a jaquetinha e os óculos porque vocês vão limpar tudo. Não, eu não tô brincando. Vamos! Vamos!”. Nós nos entreolhamos e pensamos: em que enrascada a gente se meteu? Mas, em seguida, ele abriu um sorriso e disse que tudo não passava de uma brincadeira. “Só uma assustadinha pra ver se vocês continuariam aqui”.
De repente, uma voz um tanto quanto estridente nos chama a atenção. Eis que surge um menino magrinho, moreno, aparentando ter seis anos e com muita, mas muita energia. Enquanto ginga capoeira, come, bebe e fala alto no salão, seus pais continuam o trabalho que parece árduo.
Um dos nossos primeiros questionamentos é com relação a parte financeira, mais rapidamente Dudu, o menino espoleta, responde: “ah, ele não me dá nenhum real.” Anderson e Rochelle nos explicam que não sabem nem quanto entra de dinheiro por dia, já que um setor financeiro organizado é uma coisa que nunca existiu por ali.
Enquanto isso, um cliente fazia depilação no rosto. Percebemos que ele era um tanto metrossexual. Quase não falava. Vestia uma camisa roxa listrada, cheia de lantejoulas coloridas. Ficou no salão durante as quatro horas em que permanecemos ali. Ele já tinha feito luzes, corte, alisamento e agora esperava pela sobrancelha. Era a Rochelle que o estava atendendo com muita agilidade e precisão, embora às vezes se queixasse: “que cansaço! Hoje eu não queria nem sair da cama”. Anderson completa: “quem acha que vida de cabeleireiro é fácil, está muito enganado!”
Uma das coisas que nos chamou a atenção foi o fato de 90% dos homens que frequentam o salão pedirem para fazer a sobrancelha. Rochelle confirma, dizendo que “todos os homens que vem aqui pedem [para fazer a sobrancelha]. É muito difícil um homem que venha aqui e não peça.”
E no meio das epifanias do simples salão de Anderson, aparece o menino Gustavo. A mãe estava nervosa. Motivo? O filho de quatro anos cortou o cabelo com uma tesoura. Ele quer ser cabeleireiro e reafirma para a mãe que irá cortar de novo. Com uma cara de bravo, ele mal quer saber das explicações de Anderson, mas acaba saindo contente com o resultado. “Ficou bonito, não vou precisar mais ficar careca!”, comemora. Em seguida, aparece outro menino, mas esse, ao contrário, adora visitar o salão. A mãe desloca-se do Country para que ela e o filho possam repaginar o visual.
A mulherada que já conhece o salão há algum tempo sabe que ali o trabalho é corrido. Para ajudar, algumas clientes se ‘auto-atendem’. Foi o caso de uma menina que apareceu na porta do salão. Ali perto estava a única tomada 200 watts, em que funcionava o secador. O cabeleireiro deu as coordenadas: “pega aí e pode usar. Mas é só secar e pronto”.
O clima estava ótimo até cutucarmos uma ‘casca de ferida’. E os erros? Já aconteceram aqui? “Sabe, aqui a gente faz só se for pra dar certo. Se for pra fazer ‘cagada’ ninguém faz. Já aconteceu de uma cliente nossa botar outra coloração no cabelo e ficar simplesmente descontrolada”. Para que o cliente não tenha motivos para reclamar, o Anderson sempre fotografa o ‘antes’ e o ‘depois’ de qualquer corte ou tratamento capilar que ele faz.
Observando as expressões de cansaço que o casal apresentava, perguntamos se eles já tentaram contratar mais pessoas para ajudá-los nos serviços. “Já até cansamos de tentar. Seis manicures já passaram pelo salão, mas nenhuma deu certo. Teve uma que dizia para as clientes que unhas grandes davam mau cheiro e que, por isso, deveriam ser cortadas. E muitas das clientes se revoltaram”, conta Rochelle.
Já eram quase seis e meia da tarde quando deixamos o salão, que continuava ‘fervendo’. O telefone tocava sem parar, clientes chegavam a toda hora e o casal se desdobrava para atender a todos, em mais um dia de trabalho que, pelo visto, estava longe de terminar.
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Trabalhando o foco narrativo
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quinta-feira, 23 de setembro de 2010
VT sobre Propaganda Política na Internet
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quarta-feira, 1 de setembro de 2010
Um sorriso bem brasileiro
Há 16 anos ela, os quatro filhos e o marido - o Seo Alcebíades, que também trabalha no Condomínio prestando serviços de jardinagem; mudaram-se para Cascavel na esperança de ter uma vida melhor. Aqui ela trabalhou como diarista em diversas casas de família. “Todos os dias eu tinha alguma casa para limpar. Às vezes era no Guarujá, outras vezes no Centro ou na Neva. Não sobrava nenhum dia da semana livre”. Na época o salário mínimo girava em torno de R$400,00 e ela conseguia tirar um pouco mais que isso por mês. Para uma família com seis pessoas a renda passa longe de ser ideal, mas ela não se queixa. “As famílias sempre eram muito boas e com o que eu ganhava dava para sustentar a casa”.
Apesar de não reclamar dos anos de diarista, ela confessa que prefere o trabalho de zeladora. “É mais tranquilo e a maioria das pessoas aqui é gente boa”. É, mas infelizmente a maioria não são todos. Dona Edenir se entristece ao falar da discriminação que sofre por parte de alguns moradores. “Muitas pessoas não valorizam os profissionais da limpeza. Às vezes olham pra gente com um ar arrogante, como se a gente fosse inferior a eles. Outros nem sequer cumprimentam.”
Os olhos se encheram de lágrimas quando ela relembrou um dos casos que mais a magoou em todos estes anos de serviços prestados ao Condomínio. “Foi bem constrangedor quando alguns objetos que os moradores deixavam na porta dos apartamentos começaram a sumir e eu fui a primeira pessoa que eles culparam. Esse tipo de coisa é que deixa a gente chateada”.
A profissão exercida hoje não era a que ela sonhava em seguir quando era pequena. “Eu queria ser professora para ajudar as crianças a ter uma educação melhor, para que elas não ficassem nas ruas correndo perigo.” Como não pode realizar esse sonho, ela se dedica à educação dos dois netos, uma menina e um menino. “A gente sempre tenta fazer de tudo pra que eles tenham uma educação melhor do que a nossa”.
Aos 53 anos de idade, Dona Edenir se diz uma pessoa feliz com a vida que leva. “Tenho minha casinha e com o salário de zeladora dá pra criar a família. É claro que eu mudaria muita coisa se pudesse, mas desse jeito está bom”.
O trabalho para ela é como uma terapia. “Faz bem até pra minha saúde. Antes eu ia no PAC uma vez por semana tomar injeção para controlar a pressão, mas depois que comecei a trabalhar eu só precisei voltar lá uma única vez.”
Assim como a maioria dos brasileiros, ela e a família não possuem plano de saúde e reclamam do atendimento prestado pelo Sistema Único de Saúde (SUS) em Cascavel. “A saúde aqui é bem precária, ainda tem muito o que melhorar.”
Outra coisa que ela também acredita que pode melhorar na cidade é a limpeza das ruas. “Acho tudo muito sujo”. E olha que disso ela entende. Afinal, quando não está trabalhando no Condomínio está trabalhando em casa. “Nos finais de semana minhas filhas me ajudam e a gente faz uma faxina, limpa tudo lá em casa.”
Mesmo com o sorriso estampado no rosto, Dona Edenir não esconde o desejo de se aposentar. “Ainda preciso de mais cinco anos de trabalho com a carteira assinada. Depois disso vou curtir bastante meus netos, ver eles crescendo”.
É, mas se os anos custam a passar, os minutos que ela gentilmente cedeu para esta entrevista passaram rápido demais. “Preciso voltar ao serviço agora, se não não dou conta de terminar tudo hoje”, disse ela, um pouco sem jeito por ter que encerrar a conversa.
E lá foi a Dona Edenir, carregando o balde em uma mão, a vassoura na outra e sustentando sempre um sorriso no rosto. Sorriso este que marca uma vida cheia de dificuldades e muito trabalho, mas que ao mesmo tempo revela uma felicidade e simplicidade tão verdadeiras que causariam inveja em muita madame por aí, que costuma não perceber a vida que se esconde por trás destes personagens invisíveis do nosso dia a dia.
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Marcadores: Cotidiano, Entrevista
domingo, 8 de agosto de 2010
Jornal do Quarto
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terça-feira, 27 de julho de 2010
A desconhecida ética policial
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sábado, 17 de julho de 2010
O diário das minhas férias
Foi um período bastante intelectual. Quando eu não estava projetando uma revista estava trabalhando, lendo um livro (que desta vez foi "O Aliciador" de D. Carrisi, excelente por sinal) ou ainda praticando aquilo que a faculdade já me ensinou.
Acompanhei quase toda a Copa do Mundo 2010 e até cheguei a liderar o Bolão da Clixx Internet (imagine uma mulher entendendo mais de futebol do que oito marmanjos!), mas no final acabei errando alguns palpites e perdi o prêmio de R$300! E falando em Copa do Mundo, achei a imprensa muito tendenciosa. Poucos veículos conseguiram agir de forma isenta. Fiquei triste pela derrota do Brasil, mas com a convocação feita pelo Dunga isso já era de se esperar. Em 2014 eu já estarei cobrindo a Copa e prometo que vou dar umas dicas para o futuro técnico da nossa seleção.
Também aproveitei as férias para mudar o visual. Abandonei uma promessa antiga feita por mim e por uma amiga de que nossos cabelos cresceriam até o umbigo! Eu bem que tentei, mas contra a genética não há muito o que se fazer. Cortei e gostei. Uma mudança de vez em quando cai bem.
Aos poucos estou me aprimorando na difícil missão de conduzir um veículo pelas ruas de Cascavel. Depois de uma batida com apenas duas semanas de direção eu consegui superar o trauma e logo eu e meu Siena seremos grandes amigos.
A viagem para Alto Bela Vista (SC) também foi um dos acontecimentos que merecem citação. Ao lado da família Pratti eu conheci um lugar estranhamente bonito e isolado, onde o ar é sempre de paz e felicidade. Bom para fugir um pouco do caos da "cidade grande".
A presença da minha avó, que veio de Londrina (minha cidade natal) para passar uma temporada aqui em casa com certeza enriqueceu esse período. A "vovó delícia", como ela mesmo se denominou, é assustadoramente parecida comigo. É a única pessoa com quem eu não consigo teimar. Ela sempre me vence pelo cansaço. Devem ser os anos de experiência que ela tem. Enfim, foi bom e passou rápido. Agora é só esperar que a segunda-feira venha e traga um semestre muito melhor!
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segunda-feira, 12 de julho de 2010
Alto Bela Vista: um lugar estranhamente bonito
Bem-vindo à Alto Bela Vista (SC). O lugar mais 'isolado' que eu já conheci. Possui apenas uma madeireira (a atividade econômica que movimenta o vilarejo), uma escola, uma 'vendinha', uma igreja, um cemitério e algumas dezenas de casas de madeira e de pessoas realmente felizes.
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quinta-feira, 24 de junho de 2010
Voz, letra e simpatia
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Marcadores: Música
terça-feira, 22 de junho de 2010
Galvão Bueno e o Twitter
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Marcadores: Comunicação
segunda-feira, 21 de junho de 2010
Revista Sarau
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sexta-feira, 11 de junho de 2010
Deadline
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Marcadores: Comunicação
Jornal Espelho
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Marcadores: Comunicação, Ética
quarta-feira, 19 de maio de 2010
Um novo capítulo na "novela" do Teatro Municipal
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sábado, 8 de maio de 2010
@Mídia destaca a importância da comunicação nas mídias sociais
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sábado, 1 de maio de 2010
Sobre o Big Brother Brasil
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quarta-feira, 21 de abril de 2010
Minha primeira publicação em um jornal
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Pedaladas de ouro
Ufa, minha reportagem finalmente está pronta :)

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