domingo, 23 de outubro de 2011

6 anos ♥

"Nada é melhor do que amar você. Saber que sempre terei você por perto, sentir aquela mistura de sensações que sentimos quando estamos apaixonados, olhar em teus olhos e ver que isso não é um sonho! Ficar horas e horas pensando em como você me faz feliz e tentando descobrir por que eu não te encontrei antes. Imaginar como será daqui pra frente e acordar todos os dias com a certeza de que nada vai nos separar, porque amor quando é de verdade, dura pra sempre."

Isso eu escrevi quando completamos 3 meses de namoro.
Hoje estamos comemorando 6 anos juntos e eu não mudaria nem uma vírgula de tudo o que escrevi ali, 5 anos e 9 meses atrás.


A gente era mais ou menos assim no começo :)

Obrigada por tudo!
Eu te amo, Willian Josefi Guetter.

sexta-feira, 14 de outubro de 2011

Steve Jobs e a maçã que mudou o mundo

Não sei se já falei aqui do site da Agecin. Idealizado pelo professor Ralph Willians e alimentado pelos acadêmicos do curso de Jornalismo da FAG, a ideia do site é ser um portal de comunicação (ao menos para a região Oeste do Paraná). A missão não é das mais simples, mas todo o conteúdo do site está bem bacana até agora.

Essa semana produzi uma reportagem para a editoria Agetech e nada mais tecnológico do que os produtos da Apple, né? Como a 'pauta' da semana foi a morte do Steve Jobs, resolvi tentar trazer isso para um contexto local...

Clique aqui e dá uma olhadinha em como ficou:



terça-feira, 4 de outubro de 2011

Jornal Interativo

As matérias que publiquei nos últimos dias aqui no blog foram produzidas para o nosso projeto acadêmico impresso deste semestre: o Jornal Interativo. A cada edição mudamos de função e ao final das oito edições todos os acadêmicos terão passado pela pauta, reportagem, fotografia, edição e revisão, diagramação e distribuição. 



As edições que estão circulando agora são a 3ª e a 4ª e foi pra elas que eu produzi reportagens. Para a 3ª edição a matéria foi É inverno ou é verão?. Já para a 4ª edição fiz produção em dobro: Quantidade e qualidade não andam juntas na Câmara Municipal (matéria de capa) e O "espalha brasa" dos ringues.

O jornal tem distribuição gratuita e você encontra exemplares em supermercados, farmácias e na FAG :)

quarta-feira, 21 de setembro de 2011

O “espalha brasa” dos ringues

A primeira impressão que se tem ao olhar para Júlio Fabrício Cauan da Silva Wolski é de um garoto tímido, miudinho e bem tranquilo. Bom, tímido ele até é, mas miudinho e tranquilo nem tanto. Com apenas 17 anos, o boxeador cascavelense já demonstrou força e coragem inúmeras vezes nos ringues, é um dos destaques paranaenses na modalidade e promessa de ótimos resultados no Campeonato Brasileiro de Boxe Masculino. Isso mesmo! Em janeiro deste ano, Julio venceu a etapa seletiva para o Brasileiro, que acontecerá entre os dias 02 e 09 de outubro em Vila Velha, Espírito Santo. 

A rotina de treinos e a dedicação justificam a ascensão meteórica do garoto no esporte. Há dois anos e sete meses ele decidiu trocar as partidas de futebol pelo boxe. “Eu sempre jogava futebol com os amigos aqui no Ciro Nardi. Aí um dia vi a academia de boxe ali e resolvi experimentar”, conta. São quatro horas de treino por dia, de segunda a sábado, com direito a fazer alongamento, pular corda, fazer musculação, ginástica e ainda o treino técnico no ringue. E não para por aí. “Também treino em casa, antes de ir para o colégio, com o saco de areia e alguns pesos que tenho lá”, revela. Tudo para aprimorar a técnica. 

Aliás, técnica o garoto tem de sobra! E quem afirma isso é o treinador e grande campeão, Rubens San. “Ele pode parecer fraquinho, mas não é! Tem força e sabe bater no lugar certo. Não é a toa que ganhou o apelido de “espalha brasa”. Quando ele luta é isso que acontece mesmo. Parece que sai faísca”, revela, justificando o apelido que Júlio recebeu. 

Antes de conseguir a classificação para o Campeonato Brasileiro, Júlio também participou de outras competições: Paranaense de 2010, Catarinense de 2010, Torneio entre Cascavel e Marechal Cândido Rondon em abril de 2010 e Torneio entre Foz do Iguaçu e Cascavel em junho de 2010. Foi campeão em todos eles na categoria Peso Galo, para atletas até 54 kg. Entre elas, a vitória mais marcante foi conquistada no Campeonato Catarinense de 2010. Isso porque o pai não estava presente para ver a luta, o que motivou o garoto a vencer. 

Preparo físico, técnica, força, agilidade e coragem. "Não pode ter medo do adversário”, afirma Julio. Esses são os valores que guiam os treinamentos do “espalha brasa”, que sonha em ser profissional no esporte e tem como ídolo e inspiração o campeão mundial Éder Jofre. “Ah, esse menino vai longe! Ele é muito educado, tem boas notas, tem vontade de lutar e não tem vícios, não comete extravagâncias”, elogia Rubens San. 

Antes de disputar o Brasileiro, Júlio e os outros atletas cascavelenses vão participar do Desafio Paraná x São Paulo, que acontece dia 24 deste mês na cidade paulista de Tupã e é uma etapa preparatória para a competição nacional. Vamos torcer para que o “espalha brasa” continue dando muito trabalho para os adversários e traga o título brasileiro para Cascavel!

terça-feira, 20 de setembro de 2011

Quantidade e qualidade não andam juntas na Câmara Municipal

No mês passado, o Observatório Social (ONG que fiscaliza o poder público) lançou uma campanha contra o projeto que prevê o aumento de vereadores em Cascavel, de 15 para 21. Vários outdoors, panfletos e listas com abaixo-assinado foram espalhados pela cidade. O Dr. Gilceo Kein é o responsável jurídico da ONG e explica que um dos objetivos da campanha é reduzir os gastos do Poder Legislativo Municipal. "Uma das formas para fazermos isto é a manutenção do número de 15 vereadores. Cada vereador tem seis assessores e se ocorrer o aumento para 21, teremos automaticamente mais 36 assessores", explica.

O objetivo da ONG é propor uma emenda a Lei Orgânica para derrubar a proposta. "O fato é que o Poder Público não produz nenhuma riqueza e sim retira recursos compulsoriamente da sociedade. O número de vereadores não influencia no trabalho que o Legislativo Municipal desenvolve", conclui o Dr. Gilceo.

Será que aumentar o número de cadeiras é a solução? Foto: Maycon Corazza


Mas, o quê os cidadãos cascavelenses acham desta campanha? Até a tarde do dia 12 de setembro mais de 16.000 assinaturas contra o aumento dos vereadores já haviam sido protocoladas na Câmara Municipal de Cascavel. A escriturária Elieda Rosana Colombo, 48, foi uma das pessoas que colaborou para a campanha. "Assinei sim, porque o número de vereadores que temos hoje para o porte de Cascavel é suficiente. Isso que eles ainda nem fazem o quê deveriam fazer. Mais gente lá, é mais gente sem fazer nada. Poucos trabalham de verdade. Sem falar que o aumento traria mais gastos para o município. Acredito que temos outras prioridades maiores do que pagar salário de vereador”, opina.

O auxiliar de escritório Havner Saymon, 22, também é favorável a manutenção do número de vereadores. “Se os 15 vereadores existentes hoje pouco fazem por Cascavel, não são 21 que vão fazer mais e melhor.” Além disso, Havner também questiona o trabalho realizado pelos atuais vereadores. “Os 15 vereadores que existem fazem e votam seus projetos na surdina, sem que ninguém saiba. Eles não expõem os projetos para a população. Afinal, os vereadores poucos sabiam o que iriam votar quando foi pedida a investigação do fato que colocou em xeque o mandato do prefeito, já acharam que era o impeachment quando na verdade era apenas uma investigação. Então, por que aumentar? Se 15 não sabem o que estão fazendo, imagina 21”, analisa.

Apesar do grande número de pessoas que assinou o documento, muitas ainda ficaram de fora. Ou por não estarem sabendo da campanha ou por não terem acesso. É o caso da auxiliar financeira Adriana Aparecida dos Santos, 29, da autônoma Fernanda Favarin Retcheski, 20, e da acadêmica de Jornalismo Jéssica Tavares, 21. Todas elas disseram que assinariam o documento se tivessem acesso a ele. “Pra quê colocar tanto vereador lá?”, é a indagação delas.

Uma opinião quase unânime entre as pessoas que apoiaram a campanha é de que o dinheiro público precisa ser mais bem investido. A publicitária Fernanda Marques, 26, destaca algumas áreas como prioridade. “O aumento no número de vereadores é só pra ficar mais político sem fazer nada e faturando dinheiro público. Esse dinheiro deve ser usado para melhorias na cidade: saúde, educação, infraestrutura. Acho que já tem gente o bastante para executar as tarefas estabelecidas. Acho ridículo que os vereadores se defendam dizendo que é preciso aumentar o número para melhorar a representatividade na Câmara”, afirma.

Há também aqueles que apoiam o aumento no número de vereadores. Afinal, o que parece ruim para a população pode ser bom para os políticos, ou aos que pensam em entrar na carreira um dia. O publicitário Tiago Menon, 25, não aderiu à campanha pensando no futuro. “Um dos motivos que me levou a não assinar o documento é porque ainda pretendo me candidatar a vereador um dia e acho que com o aumento de cadeiras teria mais chances de me eleger”, revela.

Assim que todas as assinaturas forem protocoladas a Mesa Diretora da Câmara de Vereadores fará a votação da proposta. Se for aprovada até o dia 05 de outubro ela terá validade já para as próximas eleições. “A população precisa estar presente no dia a dia da sociedade, participando das mobilizações que são feitas. O brasileiro ainda não entendeu que o Estado existe para servir o cidadão e não como ocorre hoje, quando se vê diariamente o Estado servindo-se do cidadão”, alerta o Dr. Gilceo Kein.

Outras cidades do Paraná já debateram o assunto e decidiram manter o número atual de vereadores. É o caso de Maringá, Marechal Cândido Rondon, Foz do Iguaçu, Medianeira, Cambé, Santo Antônio da Platina e Agudo do Sul. 

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Leia mais sobre isso no blog Ponto de Observação.

terça-feira, 6 de setembro de 2011

É inverno ou é verão?

Nos últimos meses, o cascavelense se acostumou a sair de casa de manhã e ter que levar casaco e guarda-chuva. Afinal, está difícil saber de quanto será a variação na temperatura no decorrer de um único dia. Em agosto parece que presenciamos as quatro estações do ano. 

Essa sensação pode ser explicada pelas mudanças bruscas na temperatura. A Estação Meteorológica Davis Vantage Pro 2, localizada no Parque São Paulo registrou a mínima de 02,6ºC e a máxima de 30,8ºC em Cascavel no mês de agosto. 

Foto: Simone Lima
De acordo com o climatologista Lucas Fumagalli, a circulação de massas de ar explica as mudanças de temperatura na cidade. "No inverno, o avanço das massas de ar frio são mais frequentes e intensos na nossa região, devido à baixa radiação solar no hemisfério." Outro fator que colabora para as alterações do frio para o calor em pouco tempo é a localização de Cascavel. "A nossa região é uma zona de transição entre o clima tropical e o clima temperado, por isso é comum a grande variação de temperatura", afirma Lucas. 

Quem acaba sofrendo com isso é a nossa saúde. Junior Cezar Davantel, 24, conta que, em decorrência de um transplante de córnea e de alguns pontos que têm no olho, as mudanças na temperatura causam irritação, coceira e ardência. “Tenho que usar colírio se quiser ficar com os olhos abertos.” Além disso, quando o clima fica seco de uma hora para outra, Junior também sofre com a rinite alérgica. “As vias nasais ficam trancadas, com muita coriza e eu espirro bastante. Isso incomoda muito. Fica bem ruim trabalhar desse jeito”, revela. 

Jenisson Rotter Bearzi, 23, também não gosta das mudanças na temperatura. “Tenho rinite, meio crônica e meio alérgica. Cada vez que o tempo fica nesta indecisão de amanhecer frio, esquentar a tarde e esfriar a noite eu fico com o nariz entupido, a garganta doendo, coceira nos olhos, tosse, espirro, indisposição e um pouco de falta de ar”, conta. 

Com mais de 18 alergias já diagnosticadas, Bruna Lima, 20, sente agravar a rinite asmática com as alterações na temperatura que deixam o clima seco. "Chego a ficar sem ar, meu nariz arde muito, às vezes sangra e meus olhos geralmente ficam inchados", descreve. Para amenizar os sintomas causados pela combinação da rinite com as mudanças climáticas, Bruna tem alguns truques. "Durmo com toalhas úmidas na cabeceira da cama, faço uma solução de água, sal e bicarbonato de sódio para lavar a parte interna do nariz com uma seringa e lavo o rosto várias vezes ao dia". 

Mas, no mês de setembro poderemos respirar mais tranquilos. "Este mês a radiação solar aumenta bastante, com a aproximação da primavera. Assim, aos poucos, as massas de ar frio perdem força sobre o continente e se tornam mais fracas", adianta Lucas. Será que, enfim, poderemos aposentar os casacos?


terça-feira, 16 de agosto de 2011

Foto do internauta - Gazeta do Paraná #3

Sou mulher. Logo, não dirijo perfeitamente bem (infelizmente a máxima machista é verdadeira). Mas, não sou mal educada no trânsito. Desde que me tornei uma motorista, a pouco mais de um ano, já presenciei cada bizarrice nestas ruas malucas de Cascavel! Poucos praticam o ato de 'dar a seta' e menos ainda a boa vizinhança.

Eu costumo ser bem tranquila com relação à isso. Pra algum motorista espertinho me tirar do sério é bem difícil. Mas, tem algumas atitudes que eu simplesmente não entendo. Dia desses, chegando ao trabalho, percebi que havia um carro estacionado em frente à entrada do nosso estacionamento, bloqueando a passagem. De longe fiquei com dúvidas, mas ao me aproximar vi que a falta de educação e bom senso eram reais. Não resisti e fotografei. Fotografei a placa do carro também, caso ele permanecesse ali por muito tempo e me forçasse a estacionar do lado de fora o dia inteiro.

Essa brincadeira de que "tudo que é proibido é mais legal" já cansou, né? O 'indivíduo' tinha a quadra inteira para estacionar, mas escolheu um dos únicos lugares em que isso era ilegal. Espero que ao ver a foto no jornal ele tenha, pelo menos, se envergonhado.



Saiu na Gazeta do Paraná do dia 02 de agosto.

sexta-feira, 22 de julho de 2011

O aniversário é do Greenpeace, mas a comemoração é dos transgênicos

26 de abril de 1990. Angra dos Reis estava em luto. Era possível avistar centenas de cruzes afixadas no pátio da usina nuclear lembrando o trágico acidente em Chernobyl, que tirou a vida de 800 ucranianos quatro anos antes. Mas, o clima fúnebre trazia consigo um restinho de esperança. O gesto representava o início do Greenpeace no Brasil e demonstrava alguma preocupação com o meio ambiente. 

Ações proibitivas e polêmicas a parte, o fato é que este ano comemoramos o 19º aniversário verde-amarelo do Greenpeace e o Paraná parece não ter tantos motivos pra comemorar. O discurso firmemente bradado por aqui desde meados de 2000, até agora não surtiu efeito. Apesar do esforço, a ONG não obteve resultados consideráveis na luta contra os organismos geneticamente modificados (OGMs). 

Em outubro de 2003, a Assembléia Legislativa Paranaense aprovou a Lei 14.162/03, que proibia a manipulação, industrialização e comercialização de produtos transgênicos em todo o Estado. Porém, em dezembro do mesmo ano, o Supremo Tribunal Federal deferiu medida liminar em ação direta de inconstitucionalidade que suspendeu a lei. Era o empurrãozinho que faltava para que os agricultores daqui apostassem definitivamente nas promessas de redução de custo e aumento da produtividade disseminadas pelos transgênicos. 

No final de fevereiro deste ano, foi divulgado o relatório anual do Serviço Internacional para Aquisição de Aplicações em Agrobiotecnologia (Isaaa, na sigla em inglês) e o Paraná é o terceiro estado brasileiro que mais plantou sementes geneticamente modificadas em 2010, atingindo uma área total de 4,8 milhões de hectares. 

A tese defendida pelo Greenpeace de que a resistência que as sementes transgênicas têm em relação aos agrotóxicos colocaria em risco a saúde humana; e, de que o uso de agroquímicos decorrentes do plantio de transgênicos ameaçaria o futuro da biodiversidade agrícola, parece não ser suficiente para sensibilizar os agricultores. 

Há quatro anos, Marcus Rabaiolli começou o plantio de soja transgênica em suas propriedades de Santa Helena (PR) e Dourados (MS). “A semente transgênica deixa a la-voura mais limpa, o manejo é mais simples e mais eficiente também”. 

A semente transgênica é fornecida pela multinacional americana Monsanto, que estipula uma cobrança de royalties de R$ 0,44 por quilo para uso da semente geneticamente modificada, o que torna o custo mais alto em comparação com a semente convencional. Assim, a vantagem econômica apontada pelos agricultores diz respeito à redução no uso de venenos e de combustível para o maquinário. 

Luciano Grando possui 14 hectares de terras em Alto São Salvador, distrito de Cascavel (PR) e cultiva apenas soja transgênica. “Ah, é muito melhor! Usa muito menos veneno e também não prejudica as máquinas”. 

No contexto geral dos transgênicos, fica nítida a divergência de opiniões entre agricultores e ambientalistas. Enquanto uns afirmam que “os transgênicos não fazem mal, não. Isso aí é tudo conversa”, outros apontam grandes problemas causados por eles, como contaminação genética e sérias ameaças à biodiversidade. 

O grande vilão de toda a história é o glifosato, ingrediente ativo do veneno Roundup, que é produzido pela Monsanto para ser utilizado nas lavouras de transgênicos. O argumento dos agricultores é baseado na classificação toxicológica do produto. O Roundup é “faixa verde”, o que indica que é pouco tóxico. 

Mas, o Greenpeace alerta que “as culturas transgênicas são resultado de tecnologia imprecisa, com consequências imprevisíveis e que oferecem riscos ao meio ambiente” e que “o Roundup destrói desnecessariamente plantas inofensivas. Isso pode levar à diminuição da diversidade das plantas silvestres, com consequências danosas para os animais que dependem delas.” 

Neste duelo ideológico entre a ONG e o agricultor paranaense não é possível definir um vencedor, mas o grupo dominante apresenta alguns aliados. Dorival Vicente é pesquisador da Cooperativa Central de Pesquisa Agrícola, Tecnologia da Nossa Terra (Coodetec) e defende a posição dos agricultores. “A transgenia é uma ferramenta para o agricultor aumentar a produtividade, manter seus custos e produzir alimentos seguros.” 

Manifestações, fiscalização e muita pressão. Até agora nada disso foi suficiente para o discurso do Greenpeace convencer o Paraná a desistir dos transgênicos. Mas, quem sabe daqui a 19 anos a situação seja diferente.

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Essa é a matéria que eu e o Allan Machado produzimos para a Revista EcoVerbo.

sexta-feira, 1 de julho de 2011

Boletim de Comunicação Interna - SESC Cascavel

Esse foi o nosso projeto experimental (que pretendemos tornar definitivo) para a disciplina de Assessoria de Imprensa, ministrada pela professora Mariara Silva. Foi com ele que ganhamos - eu, Marcele Antonio, Tátila Pereira e Bruna Dessbessel - o prêmio na categoria Assessoria de Imprensa do Seminário de Práticas Jornalísticas da FAG este ano!

A ideia é simples e funcional: estreitar a comunicação entre os funcionários do SESC de Cascavel, que são aproximadamente 30 e se dividem em vários setores.

O boletim (em tamanho A4, frente e verso) terá periodicidade mensal e a matéria prima principal seriam as boas histórias dos próprios funcionários. Contaremos um pouquinho sobre eles em cada edição e, claro, incluiremos também as informações pertinentes à rotina deles dentro do SESC.

Além disso, também pensamos em organizar um 'media training', já que o SESC sempre rende pauta e diversos funcionários concedem entrevistas à imprensa.

Essa é a 1ª edição:




quarta-feira, 29 de junho de 2011

Revista EcoVerbo

Antes de qualquer coisa eu preciso confessar que falar sobre meio ambiente sem parecer clichê e sem assumir uma posição de 'ambientalista radical' é bem difícil. O tema em si não parece atrair muito os leitores, mas eu e os outros colegas do 5º período de Jornalismo da FAG aceitamos este desafio proposto pelo doutor Silvio Demétrio.  

A revista Verbo, que tradicionalmente é produzida pelos acadêmicos da FAG na disciplina de "Jornalismo de Revista" há mais de 5 anos, este ano ganhou tema, prefixo e cara nova. Cada dupla/grupo ficou responsável por pautar e produzir uma matéria ou reportagem e eu, a Jéssica Moreira e o Douglas Fernando fizemos a diagramação - modéstia parte - desta belezinha, que vocês podem ler agora:




Só pra constar, a reportagem que eu produzi fala sobre o aniversário do Greenpeace brasileiro e como a luta da ONG contra os transgênicos, mesmo depois de 19 anos, ainda não surtiu efeito por aqui. Está na página 30 :)

Boa leitura ;)

 
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